a Operação Nossa Senhora Aparecida 2012 contabilizou 37 acidentes, 23 pessoas feridas e 02 óbitos
A Polícia Rodoviária
Federal encerrou às 23h53 deste domingo(14), nas rodovias de Rondônia e
Acre , a Operação Nossa Senhora Aparecida
2012 com 37 acidentes, 23 pessoas feridas e 02 óbitos. O principal
objetivo da Operação Nossa Senhora Aparecida 2012 foi garantir a
segurança dos usuários, como também reduzir o número de vítimas em
acidentes nas rodovias federais. Para tanto, o efetivo da PRF contou
com o reforço dos policiais novos e os lotados na Administração.
Durante o período os
policiais fiscalizaram infrações de trânsito, porte ilegal de armas, de
drogas ilícitas, a prostituição infanto-juvenil e o uso de bebidas
alcoólicas pelos condutores de veículos e verificaram o comportamento
dos motoristas durante o deslocamento. Foram fiscalizados 1377 veículos,
destes 370 foram autuados por irregularidades, 11 CNHs recolhidas, 16
documentos retidos, 82 veículos foram retidos, 16 auxílios a usuários
prestados e realizadas 9 escoltas/batedor.
Após levantamento dos
acidentes e estudos estatísticos sobre o tema, constatou-se ser a
imprudência dos condutores o principal fator contribuinte para a sua
ocorrência.
A droga e os medicamentos foram apreendidos na manhã de hoje
em operação conjunta da Polícia Federal e Polícia Militar Foto: PF/Divulgação
A Polícia Federal apreendeu na manhã desta quinta-feira
drogas e medicamentos provenientes do Paraguai em uma operação em
parceria com a Polícia Militar. Segundo a PF, a ação ocorreu em frente
ao Shopping Curitiba, quando um jovem de 20 anos foi preso em flagrante
com os produtos.
Foram apreendidos 91 comprimidos de ecstasy, três cartelas de
Pramil (indicado para o tratamento de disfunção erétil), 12 cartelas de
sibutramina, seis cartelas, 30 ampolas e 9 bujões de anabolizantes e
três frascos do suplemento Lipo 6.
De acordo com o delegado Marco Smith, a PF recebeu uma denúncia
na quarta-feira de que o jovem chegaria em um ônibus por volta das 7h de
hoje com a droga. "Os policiais conseguiram identificar o suspeito
quando o ônibus estava chegando proveniente do Paraguai", afirmou. O
jovem foi preso por tráfico de entorpecentes, de medicamentos de origem
importada e contrabando.
Brasília - O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, afirmou nesta sexta-feira que o governo não vai permitir a repetição de episódios como o de ontem, no qual a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal realizaram operações-padrão que provocaram filas e congestionamentos em aeroportos e estradas brasileiras. Adams garantiu que os pontos dos grevistas serão cortados, e os sindicatos serão multados.
"Todo mundo sabe que operação-padrão é excesso. O que aconteceu ontem nos aeroportos do Brasil foi excesso. Não foi a prática dia-a-dia de atuação. Não é verdade o argumento de que o que eles fizeram ontem foi normal. Ontem foi anormal a situação. Eles impediram pessoas de trafegarem livremente nos aeroportos. E é direito delas trafegarem. Esse excesso é proibido. O que aconteceu ontem, se acontecer de novo, será punido. A multa será aplicada e as pessoas envolvidas serão punidas. Há abuso de poder, há desvio de finalidade de competência legal", afirmou Adams.
Policiais federais fazem protesto em aeroporto
Ontem à noite, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), concedeu liminar proibindo a realização de novas operações-padrão pelos grevistas. Segundo a AGU, que entrou com o pedido, a ação nada tem a ver com negociação salarial. Adams classificou o movimento da PF e da PRF como "uma sabotagem à ação estatal, e ela prejudica as pessoas, colocando-as em situação inaceitável". Em caso de descumprimento da decisão, os sindicatos serão multados no valor de R$ 200 mil por dia.
O advogado-geral da União garantiu que o governo vai agir em outros setores afetados pelos grevistas, caso haja uma radicalização nas negociações com os servidores federais. Até o momento, a União tem conseguido estancar parte do movimento com um decreto pelo qual substituiu os servidores públicos federais em greve por servidores estaduais e municipais.
"Não fomos ainda provocados porque os ministérios têm aplicado o decreto 7.777, adotando procedimentos de simplificação de forma a permitir que o fluxo não seja afetado. Então nós temos tido, na verdade, resultados positivos na aplicação do decreto. Agora, evidentemente, se as medidas adotadas se mostrarem insuficientes e a prática se tornar abusiva, nós vamos sim tomar a mesma atitude", ameaçou.
Adams ainda rebateu as acusações de que o governo estaria radicalizando com o movimento grevista cortando o ponto dos servidores. Para o advogado-geral, a União tem cumprido a lei e não há qualquer relação entre o sufocamento das greves com as negociações salariais.
"Não é radicalização. Estamos tentando garantir os serviços essenciais indispensáveis à sociedade, garantir que as pessoas não sofram abusos decorrentes do processo de greve, que as pessoas não sejam submetidas a situações vexatórias, indevidas, para buscar simplesmente pressionar o governo a conceder propostas que são, muitas vezes, absurdas. Defender, como acontece na Polícia Federal, que o salário teto de delegado alcance um valor superior ao teto constitucional é um absurdo", criticou.
O movimento grevista
Iniciados em julho, os protestos e as paralisações de servidores de órgãos públicos federais aumentaram no mês de agosto. Pelo menos 25 categorias estão em greve, tendo o aumento salarial como uma das principais reinvindicações. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), o movimento atinge 28 órgãos, com 370 mil servidores sem trabalhar. O número, no entanto, é contestado pelo governo.
Estão em greve servidores da Polícia Federal, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Arquivo Nacional, da Receita Federal, dos ministérios da Saúde, do Planejamento, do Meio Ambiente e da Justiça, entre outros. O Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação (Sinagências) informou que dez agências reguladoras aderiram ao movimento.
O Ministério do Planejamento declarou que está analisando qual o "espaço orçamentário" para negociar com as categorias. O governo tem até o dia 31 de agosto para enviar o projeto de lei orçamentária ao Congresso Nacional. O texto deve conter a previsão de gastos para 2013.
No dia 25 de julho, a presidente Dilma Rousseff assinou decreto para permitir a continuidade dos serviços em áreas consideradas delicadas. O texto prevê que ministros que comandam setores em greve possam diminuir a burocracia para dar agilidade a alguns processos, além de fechar parcerias com Estados e municípios para substituir os funcionários parados.
Pela segunda vez, agentes intensificam fiscalização nas bagagens e documentação dos passageiros; veja fotos da categoria que está em greve nacional desde o dia 7
iG
Os policiais federais retomaram nesta quinta-feira as operações-padrão em diversos aeroportos do País. Pela manhã, os voos mais afetados foram em Afonso Pena, no Paraná, e Salgado Filho, no Rio Grande do Sul. Nesta tarde, a ação é feita em São Paulo e no Rio de Janeiro e provoca filas no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. O movimento reivindica a valorização da categoria, que está em greve desde o dia 7 .
TÁRLIS SCHNEIDER/ACURÁCIA FOTOJORNALISMO/AE
Passageiros formam fila na embarque no aeroporto de Salgado Filho, em Porto Alegre, no RS
Em São Paulo, a operação-padrão começou nesta por volta das 16h30 no Aeroporto Internacional de Guarulhos, mas ainda não tem reflexos na partida dos aviões. Porém, os passageiros enfrentam filas de pelo menos 30 minutos nos acessos às salas de embarque dos terminais 1 e 2.
A operação-padrão no aeroporto do Galeão começou por volta das 17h. Segundo a Polícia Federal, quatro policiais federais fazem revista pessoal dos passageiros e um exame minuncioso na documentação de viagem. Segundo a Infraero, a ação, no entanto, não está provocando nenhum impacto no embarque e desembarque dos passageiros.
Ações pela manhã
Na região de Curitiba, a ação foi iniciada desde o primeiro voo do dia, às 5h30, e todas as bagagens estão sendo revistadas individualmente. Também no Paraná, operação-padrão da Polícia Rodoviária Federal bloqueia a Régis Bittencourt . A ação policial causou atrasos em mais da metade dos voos no terminal pela manhã. No momento, a situação é mais tranquila no terminal. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que, entre 0h e 17h, entre 84 partidas programadas, 40 (47,6%) estavam atrasadas e outras 15 (17,9%) foram canceladas. Na última hora, um voo sofreu atraso.
A revista minuciosa das bagagens por parte dos policiais chega a causar fila no embarque de passageiros. Esta é a segunda operação dos policiais no Afonso Pena. A primeira, realizada na quinta-feira (9) passada, causou tumulto e filas. Realizada em horário de pico, a ação atrasou mais de 60% dos voos. Com a fiscalização intensificada, os policiais apreenderam 6 mil comprimidos de ecstasy.
Em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, 15 agentes iniciaram a ação por volta das 6h30. Entre 0h e 15h, de acordo com o controle da Infraero, entre 75 voos programados, nove (12%) teriam sofrido atrasos superior a 30 minutos e apenas duas (2,7%) partidas foram canceladas. Na última hora, nenhum voo sofreu alteração.
O vice-presidente do Sindicato dos Policiais Federais (Simpef-RS), Ubiratan Sanderson, afirmou que os agentes estão fiscalizando toda a área do terminal, como a documentação antes de embarque e bagagens dos passageiros que chegam. "Em dias normais, três terceiros são responsáveis por essa fiscalização. Hoje teremos 15 agentes federais por turno. Isso seria o mínino necessário para uma fiscalização efetiva", disse.
Em Pernambuco, os policiais federais retomaram a operação-padrão com fiscalização rigorosa dos passageiros dos voos internacionais e suspenderam a solicitação e renovação de passaportes. Nesta quinta-feira, os voos internacionais que decolam do Aeroporto dos Guararapes, no Recife, voltaram a registrar atraso - depois de uma semana de trégua. Pela manhã, o voo da American Airlines deixou a cidade uma hora e 50 minutos depois do horário previsto.
"O que estamos fazendo é o que deveria ser feito rotineiramente", afirmou o presidente do sindicato dos policiais federais no Estado, Marcelo Pires. "A população está sendo levada a engano quando pensa que a fiscalização é eficiente", frisou ele, ao garantir que o método por amostragem, costumeiramente adotado, é falho.
Tríplice Fronteira
Christian Rizzi/Gazeta do Povo/Futura Press
Operação-padrão da Polícia Federal realizada nesta quinta-feira, em Foz do Iguaçu, no Paraná
Agentes, escrivães e papiloscopistas federais realizaram operação-padrão nas pontes da Amizade e Tancredo Neves e no aeroporto das Cataratas. Na fronteira com Argentina há filas com mais de 3 km nos dois sentidos da ponte da Fraternidade. Já na fronteira com o Paraguai, quem deseja sair ou entrar aguarda em filas de mais de 3 horas. No aeroporto, todos os passageiros tiveram suas bagagens inspecionadas e dados consultados no sistema Infoseg.
A delegacia da Polícia Federal em Foz está paralisada, inclusive o patrulhamento do lago de Itaipu está suspenso.
PF promete 'quinta-feira negra'
O governo não apresentou proposta às reivindicações da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) nesta quarta-feira (15). Os agentes da PF estão parados desde o início da semana passada e pedem reajuste salarial de 30%, reestruturação da carreira e o afastamento do diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra.
O Ministério do Planejamento marcou nova reunião com a Fenapef para a próxima terça-feira, quando deverá apresentar alguma proposta. O resultado frustrou a categoria, segundo o presidente da Fenapef, Marcos Winck. "Haverá uma quinta-feira feira negra", prometeu.
Os agentes deverão realizar operação-padrão na quinta-feira e na sexta-feira em portos, aeroportos e postos de fronteira. Os horários e como será feita a operação chamada de "Blackout" deve ser definida pelos sindicatos estaduais.
Rio de Janeiro- O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse hoje (16) que situações de ilegalidade foram identificadas durante a greve de policiais federais no país. Os casos serão analisados e os envolvidos podem ser punidos com medidas disciplinares e judiciais. Segundo Cardozo, os abusos foram identificados em aeroportos e estradas, onde os grevistas fazem as chamadas operações-padrão.
“Temos situações que ultrapassaram o limite da legalidade em alguns casos, na semana passada, quando, por exemplo, pessoa aposentada foi a uma unidade de polícia para exercer uma função que não lhe cabe. Isso é, obviamente, uma ilegalidade”, disse.
Para o ministro, o direito de greve deve ser preservado, desde que não “crie obstáculos à população” e não extrapole os limites legais. “Uma coisa é o exercício de um direito, o livre reivindicar, outro coisa é o abuso do direito”, reforçou.
Sobre as negociações para pôr fim à greve, Cardozo informou que a pasta colabora com o Ministério do Planejamento, responsável por apresentar propostas às categorias. “Sem sombra de dúvida, isso tem que fluir para que cheguemos a bons termos”.
O ministro da Justiça fez as declarações durante o 1º Congresso Internacional do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público de estados e da União.
A Federação Nacional dos Policiais Federais pede a reestruturação da carreira e equiparação salarial com os delegados. Com isso, os salários da categoria, que variam entre R$ 7 mil e R$ 11 mil podem chegar a R$ 13 mil.
Os servidores da Polícia Federal de São Paulo e do Rio de Janeiro realizam uma operação-padrão no Aeroporto Internacional de Guarulhos e no Galeão a partir das 16h30 desta quinta-feira. O protesto faz parte do movimento grevista iniciado na terça-feira passada.
O sindicato que representa a categoria explica que a manifestação acontece para pedir reestruturações de carreira e salarial, além de lutar contra as terceirizações de funções exclusivas dos policiais.
O protesto, segundo a entidade, também serve para denunciar a precariedade em que se encontra a segurança.
Uma operação padrão consiste em seguir rigorosamente as normas da atividade, o que vem causando atrasos e cancelamentos nos voos.
Segundo a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), o governo irá apresentar a proposta aos servidores na próxima terça-feira, dia 21. O Ministério do Planejamento estaria estudando um índice para todas as categorias do serviço público. Com mais um adiamento na apresentação da proposta, explica a Fenapef, os federais devem continuar em greve, com a retomada das operações-padrão em escala nacional a partir desta quinta-feira.
O movimento grevista
Iniciados em julho, os protestos e as paralisações de servidores de órgãos públicos federais aumentaram no mês de agosto. Pelo menos 25 categorias estão em greve, tendo o aumento salarial como uma das principais reinvindicações. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), o movimento atinge 28 órgãos, com 370 mil servidores sem trabalhar. O número, no entanto, é contestado pelo governo.
Estão em greve servidores da Polícia Federal, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Arquivo Nacional, da Receita Federal, dos ministérios da Saúde, do Planejamento, do Meio Ambiente e da Justiça, entre outros. O Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação (Sinagências) informou que dez agências reguladoras aderiram ao movimento.
O Ministério do Planejamento declarou que está analisando qual o "espaço orçamentário" para negociar com as categorias. O governo tem até o dia 31 de agosto para enviar o projeto de lei orçamentária ao Congresso Nacional. O texto deve conter a previsão de gastos para 2013.
No dia 25 de julho, a presidente Dilma Rousseff assinou decreto para permitir a continuidade dos serviços em áreas consideradas delicadas. O texto prevê que ministros que comandam setores em greve possam diminuir a burocracia para dar agilidade a alguns processos, além de fechar parcerias com Estados e municípios para substituir os funcionários parados.
Sem proposta do Ministério da Justiça, categoria paralisa até quarta-feira. Manifestações se espalharam ontem pelo país
Ao menos até semana que vem os policiais federais de todo o Brasil manterão a greve. Ontem, a categoria aprovou a continuidade da paralisação até a próxima quarta-feira, depois que uma reunião com representantes do Ministério da Justiça terminou sem nenhum acordo.
Desta forma, os serviços realizados pela Polícia Federal continuam suspensos, e o atendimento será feito apenas para os casos urgentes. Ao todo, a PF possui 14 mil agentes em todo o país.
Além da polícia federal, outros servidores também realizam paralisações. Ao todo, são 26 carreiras – representando 350 mil servidores - reivindicando aumentos salariais, que variam entre 8% e 150%.
Protestos
Os protestos da Polícia Federal se espalharam pelo país na quinta-feira, afetando principalmente o atendimento em portos e aeroportos.
No aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), a greve dos policiais federais causou uma fila com 600 pessoas no embarque internacional. No desembarque, a situação era tranquila.
Os policiais federais também fizeram operação-padrão no porto de Santos. O reforço na fiscalização aconteceu no terminal de cargas, provocando atrasos na saída das embarcações e no desembarque das cargas.
Em Curitiba, a operação-padrão causou atraso em pelo menos 41 voos no aeroporto Afonso Pena. Outras 14 partidas foram canceladas. O saguão do aeroporto ficou lotado, com grandes filas no check-in. No porto de Paranaguá, no litoral paranaense, cerca de 400 tripulantes estrangeiros não puderam deixar a área portuária por falta de autorização da PF.
Em Minas Gerais, a greve dos policiais federais já prejudicou mais de mil pessoas, que não conseguiram retirar seus passaportes. No Rio Grande do Sul, os funcionários decidiram suspender a operação-padrão.
Rio de Janeiro
Os agentes do Rio de Janeiro reforçaram as inspeções no aeroporto do Galeão. Quatro voos sofreram atrasos e 16 foram cancelados.
Outros servidores públicos também protestaram no Rio de Janeiro. Várias categorias fecharam, por mais de uma hora, a avenida Rio Branco, na região central da cidade.
A passeata começou às 11h30 e só terminou depois de 13h, na Cinelândia, engarrafando as principais via da região. Participaram cerca de 2 mil servidores públicos federais de órgãos como Ministério da Fazenda, da Defesa, Arquivo Nacional, Agricultura, Turismo, Previdência, Dnit, entre outros.